Primeiro é preciso dizer que para um filme me fazer chorar não é preciso muito. Qualquer cena mais emotiva, romântica ou que me traga lembranças imediatamente liga minha torneirinha e aí é difícil parar. Cenas em que pessoas pedem perdão sempre me tocam, assim como despedidas em leitos de morte e declarações de amor (sim, sou um manteiga derretida, dá licença?). Mas poucos filmes tem o poder de me fazer chorar sempre na mesma cena, a ponto de chegar a ser sem graça, como "As pontes de Madison". O velho Clint Eastwood, do alto de sua aparência de durão insensível me pegou de jeito com a história de amor entre Robert Kincaid, fotógrafo da National Geographic e Francesca Johnson, dona-de-casa vivida magistralmente por Meryl Streep.
Resistam, se forem insensíveis...